domingo, 1 de janeiro de 2017

O primeiro dia do ano!

Primeiro, meus cumprimentos!
Fechamos mais um ciclo e, hoje, começamos outro.
Os ciclos são muito importantes em nossas vidas e essa energia fantástica e coletiva do final do ano é realmente contagiante.
Levei mais de 36 anos pra descobrir que de nada adianta o romper dos anos se eu mesma não tiver uma proposta de renovação. E aqui não estou falando sobre as intermináveis listas que preparamos com coisas mirabolantes que muitas vezes não começamos (ou recomeçamos) nunca.
Venho falar sobre algo que a cada dia se faz mais presente em minha vida. Estou falando sobre a transformação que se processa em todos nós diariamente, o recomeçar, o dia seguinte, a nova chance.
Vejo muitas pessoas reclamando da vida e me pergunto constantemente o que estamos fazendo pra transformar isso? 
Minha mãe sempre me disse que quando nada está bom não é o mundo que não presta, é algo dentro de nós que deve ser mudado.
Precisamos entender que a mudança que desejamos ver no mundo deve partir de nós.
Mas há os que vão pensar: de nada adianta pois eu posso melhorar mas o outro vai continuar cometendo delitos, sendo rude, mesquinho... Mais uma vez eu afirmo, quando a gente muda, o mundo muda.
Precisamos de bons hábitos, gentilezas, compaixão, caridade, perseverança, fé e muito, muito amor.
O amor nos transforma!

Acredito muito na energia que depositamos nos alimentos quando o estamos preparando.
Pra comemorar esse primeiro dia do ano, preparei pra minha família um pão de alecrim com muitos sentimentos de Luz.


Tenho retomado algumas leituras (e acabo lendo muito sobre comida, hábitos e psicologia) e a cada página que viro me inspiro pra um prato.
Hoje de manhã, a página que o universo me preparou foi a do pão.
Alimento milenar, preparado para oferenda a deuses em agradecimento pelas colheitas. Pode ser feito de inúmeras formas com os mais variados ingredientes. 
O pão já foi até mesmo meio de troca. 
Supõem-se ser o precursor do bolo (outra coisa que amo fazer). Segundo o livro Cozinhando com os Deuses, o bolo é uma derivação do pão com adição de ingredientes mais nobres.


Presentear com alimentos, especialmente com pão, cria laços de amizade e afeto.
"Quem presenteia com pão caseiro, simboliza, num gesto simples, a perpetuação da integração do homem com a natureza e com seu semelhante"
E o que podemos dizer do alecrim? 
Essa erva maravilhosamente perfumada que tem o poder de espantar o desânimo? 
Fica perfeita em assados, com batatas e no pão... ahhhh, fica divino.


Acabamos tendo que retirar o pão do forno um pouco antes do momento correto mas ele ficou igualmente saboroso e foi divinamente partilhado por nós.

Feliz Ano Novo! Feliz Você Novo!


Inspirações: Cozinhando com os Deuses, a relação dos Deuses de dos Astros na Culinária de Jussara Machado.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Ceia de Natal


Que tal garantir uma Ceia de Natal deliciosa e saudável?
Confere aí nosso cardápio!


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Aguardamos sua encomenda até dia 18 de dezembro!


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Você também pode nos acompanhar nas redes sociais:
@sementedobemaju


Até breve!

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Comida ou poesia?


Insônia tem dessas...
Prometi há meses falar sobre isso e somente hoje foi possível.

Quando olho essa foto me encho de gratidão.
Comida é amor, carinho, dedicação, zelo, cuidado...
Comida é arte, cultura, amor pela terra, por quem os planta, pelos alimentos, pela energia que depositamos neles.

Esse prato é muito, mas muito especial.

Cultivamos alguns alimentos em nossa casa e em nossa empresa, Semente do Bem (por isso ando tão sumida daqui, mas conto em outro post). 
Já tínhamos tentado plantar vários tipos de abóboras mas não vingavam. Com ajuda técnica do meu amigo Negão (Cantinho da Roça) e de São Pedro algumas foram crescendo porém apenas uma completou seu ciclo.

Essa linda abóbora foi cultivada aqui em nosso quintal e colhida por nós.


Muita expectativa e um tantinho de medo de abrir essa coisa linda, já pensando em como aproveitá-la. 
O universo é tão conspirador que nesse meio tempo ganhamos da nossa amiga Ângela uma maquininha de fazer nhoque, daí ficou super fácil saber como íamos aproveitar nossa linda abóbora. <3



Sementes torradas, viraram deliciosos snacks.
As cascas foram pro minhocário (mas poderiam ter sido comidas também).
Tomates do quintal da Semente do Bem plantados pelo Negão, confitados com ervinhas também cultivadas por nós.
Capuchinhas lindas e deliciosas cultivadas por Eduardo Lancelote aqui em Sergipe (que cultiva inúmeras espécies).
Nhoque mais que especial feito da nossa linda abóbora que foi cuidada com muito carinho por toda família...
Ah, quanta gratidão a todos!!!!!


Segue receitinha prometida!

Pra cada meio quilo de abobora cozida, um ovo e aproximadamente 1 xícara e meia de farinha de trigo.
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
Noz moscada a gosto

Mistura tudo.
Faz tirinhas com a massa, corta e coloca em um recipiente untado com farinha (pra quem não tiver a maquininha que corta).
Coloca água pra ferver, coloca sal e testa uma bolinha antes de continuar.

Deu certo? Vai colocando as bolinhas e quando subirem estarão prontas!
Quando terminar de cozinhar todas, sirva com seu molho favorito.

Como opção, alguns comeram o nhoque acompanhado de um delicioso guisado de carnes (estávamos testando essa receita pra empresa, super aprovada).


Super dica que esqueci de passar pro meu pai no dia que fiz. Ele acompanhou todo o processo e fez no dia seguinte em casa.

É necessário deixar a abóbora esfriar antes de colocar a farinha de trigo!

Foi mal, papis. Precisa fazer de novo!!!!