domingo, 9 de setembro de 2012

Minas Gerais, cachaças e muito mais!

 
Sou muito suspeita em falar de Minas. Quando morávamos no RJ, era destino certo nos feriados. Mesmo aqui em Aracaju, já fomos pelo menos três vezes. Nossos destinos preferidos? Conceição de Ibitipoca e São Tomé das Letras.
Da última vez, conhecemos um pouquinho da capital, Belo Horizonte. 
Sabe aquela história de que a gente precisa apenas de um motivo pra fazer o que gosta? O nosso dessa vez foi o Festival de Comidas di Buteco que aconteceu no início de maio. Nesse caso, foram quatro motivos: MG, comida, buteco, cachaça e os mineirinhos (ô gente boa, sô)!
Como moramos um tanto longe, foi muito corrido, mas ótimo!

Festival à parte, o Mercado Central dá um show! Tem de tudo, panelas, sacolas, linguiças, pimentas, bebidas, temperos, alimentos, botecos, artesanato e os queijos... 
Nem preciso comentar!
 

Visitamos o máximo de botecos possível, Márcio, eu e minha cunhada Luiza, provando os pratos do concurso, sempre acompanhados por uma branquinha expetacular, especialidade mineira (uma delas).
Tenho uma quedinha por butecos, não posso ver um bacaninha que quero visitar. Adoro comer em balcões, às vezes até em pé, tem toda uma mística, acho que me sinto boêmia. O RJ é cheio deles, pode ser uma questão cultural. 
Os mais sofisticados franziram o nariz nesse momento, não foi? Mas acredito que iriam se surpreender, experimentem.

Tivemos o prazer de experimentar o petisco "Coisas da Lora", do Bar da Lora, vencedor do terceiro lugar nesse quesito.

 
Coisas da Lora: Costelinha e cupim na chapa com molho de queijo minas, batata baby e queijo minas temperado.

 Talvez esse tenha sido o lugar mais animado que fomos. Estava simplesmente lotado! Não somos daqueles que ficam horas na fila pra entrar em lugar nenhum, mas algo dizia pra nós que valia a pena e o bacana é que as garçonetes não privilegiavam ninguém, as pessoas foram postas pra dentro da corda na ordem de chegada. Na verdade, tivemos que dividir uma mesa de uns 50 cm de diâmetro com mais 04 mineirinhos que já estavam ali provavelmente desde o momento em que o bar foi aberto. Foi engraçado demais e, entre várias doses de branquinha ainda tomamos algumas garrafas de cerveja "mofada" de tão gelada que eram.


Não houve um prato que comemos que não estava muito bom, e o ambiente ajuda, né?

No Café Bahia, degustamos o BBB Bahia mas confesso que fiquei de olho no bife à milanesa servido com limões cortadinhos que serviram a um frequentador assíduo. O problema é que não era possível comer além dos pratos do concurso, não cabia! 
E olha que dividimos tudo por três.

BBB Bahia: Bolinhos de carne, bolinhas de queijo e bruschettas mais os molhos de queijo e ao sugo.


No Café Palhares, o meu predileto, o CEQCE.

CEQCE: Carne desfiada, molho de queijo Minas, cebolas crocantes.


NO Chamego’s bar, o UAI PODE! UAI PEDE!. Muito bom, mas preciso salientar que a “sacanagem”, o espetinho de salsicha, queijo e azeitona, estava ótima.
UAI PODE! UAI PEDE!: Filé de frango ao molho branco gratinado com queijo tradicional mineiro.


No Bar do Antônio (Pé de Cana), o preferido do meu marido e da minha cunhada, Costelinha Embriagada. 
Tivemos que pedir um segundo prato.

 Costelinha Embriagada: Costelinha assada com molho de cachaça e rapadura e pacha mineirinho (cubos de queijo pacha, empanados e fritos).


Para o ano que vem, a mandioca e a linguiça no palito serão as estrelas do Festival.

Nós já vamos nos preparar, e você?



sexta-feira, 7 de setembro de 2012

E no dia do Miojo...

A criatividade rolou solta aqui em casa!
 
No último dia 25 de agosto, comemorou-se o Dia do Miojo, invenção Momofuku Ando, taiwanês que criou o macarrão instantâneo, Nissin Lámen, em 1958, no Japão.
No Brasil, o conhecemos como Miojo.
 
 
Inspirados pelas muitas ideias disseminadas na rede, resolvemos preparar um delicioso prato, cheio de cuidados.
Falei no plural mas foi meu chefe particular quem preparou. Eu sei, eu sei, tenho me aproveitado bastante do meu marido nos últimos tempos, mas ele cozinha tão bem e gosta tanto...
 
 
 
Ele preparou o miojo em um caldo de carne reduzido, salteou as cebolas e as cenouras cortadas em jullienne (eu cortei!) e selou a carne em tiras na mesma panela. Misturou todos os ingredientes na frigideira com o caldo, molho shoyo, temperou com pimenta do reino, acertou o sal e nos presenteou com essa delícia.
 
Comemos tuuuudo, até o último indício de miojo na travessa, estava ótimo.
 
 
Assim que fomos morar juntos, bem novinhos, comíamos muita carne moída e miojo na correria entre a faculdade, o trabalho e a vida a dois. Um dia resolvemos misturar os ingredientes. Fizemos uma carne moída em um molho bastante temperado e quando ela estava pronta, acrescentamos o miojo pra cozinhar. Ele absorve todo o gosto do molho, é imperdível!
Sabemos que não é uma opção saudável e tudo mais, mas de vez em quando vale ou pelo menos a cada ano, no dia 25 de agosto pra comemorar essa invenção prática.

domingo, 26 de agosto de 2012

Brownie de Nozes



Como forma de agradecimento aos meus colegas de trabalho, resolvi reproduzir essa receita de brownie do site da Yasmine Bahiense.

A textura é perfeita, molhadinho por dentro, crocante por fora, uma delícia!

Já testei inúmeras vezes e sempre faz o maior sucesso, seja com nozes, amêndoas, avelãs, castanhas ou tudo junto.
O meu preferido é com avelãs mas elas estavam em falta no mercado.

Pra acompanhar, um delicioso café, creme ou sorvete.


 A receita e o modo de preparo, podem ser visualizados no próprio site, através do link em anexo:

A receita data de 22.08.2010.